
Goodbye.
Ela saiu de casa e deixou a porta aberta. Não tinha a intenção de voltar. Portanto, não faria diferença. Não queria sentimentos. Não queria ouvir a porta fechando, ou sentir o vento frio em suas costas.
Ela preferia partir. Dentre todas as escolhas, dentre as opções, resolveu sair pela porta e não voltar mais.
Ela saiu de casa e deixou a porta aberta. Não tinha a intenção de voltar. Portanto, não faria diferença. Não queria sentimentos. Não queria ouvir a porta fechando, ou sentir o vento frio em suas costas.
Ela preferia partir. Dentre todas as escolhas, dentre as opções, resolveu sair pela porta e não voltar mais.
Ligou catorze vezes. Ele tentou inutilmente localizá-la entre as roupas no armário, entre os lençóis da cama, perdida entre algum antigo DVD, pelas fotos do computador. Em vão. Ela partiu. Ele partiu também, ao tempo que sentia a dor no peito que fez absolutamente tudo pra evitar sentir algum dia, alguma outra vez.
Queriam a formula para esquecer um do outro. Gotas, comprimidos, um xarope colorido com groselha. Qualquer antídoto contra a saudade, contra o abismo imenso entre os quinze minutos logo antes de dormir e os cinco primeiros minutos ao acordar, qualquer coisa eficaz contra a garganta seca de quando abraçavam o travesseiro ou lembravam do perfume. Contra o vazio.
Remédio mesmo, só o tempo - pensou. E enquanto pensava, detestava o tempo. Tic-tac que a ninava todas as noites, tic-tac da noite que não passa, tic-tac do dia que não chega, tic-tac do não saber o que fazer com todas aquelas horas sem amor, sem as risadas soltas no meio do minutos, involuntárias, inexplicáveis, de paixão. Sem as suas risadas que eram dele. Sem a sua “ela” que era dele.
Queriam a formula para esquecer um do outro. Gotas, comprimidos, um xarope colorido com groselha. Qualquer antídoto contra a saudade, contra o abismo imenso entre os quinze minutos logo antes de dormir e os cinco primeiros minutos ao acordar, qualquer coisa eficaz contra a garganta seca de quando abraçavam o travesseiro ou lembravam do perfume. Contra o vazio.
Remédio mesmo, só o tempo - pensou. E enquanto pensava, detestava o tempo. Tic-tac que a ninava todas as noites, tic-tac da noite que não passa, tic-tac do dia que não chega, tic-tac do não saber o que fazer com todas aquelas horas sem amor, sem as risadas soltas no meio do minutos, involuntárias, inexplicáveis, de paixão. Sem as suas risadas que eram dele. Sem a sua “ela” que era dele.
Ele queria ser apenas dele mesmo. Mas ela não queria ser tanto só pra si mesma.
Trágico fim de um beijo sabor chiclete.
Trágico fim de um beijo sabor chiclete.
sis, já q andou citando o Portugues, que alias, assim como todos os portugueses interessantes q encontrei, tb fez "Erasmus" (neste caso na Africa do Sul), coloco ai um poeminha dele, bem conhecido, eu sei, mas a cara de seu blog:
ResponderExcluir"O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega fingir que é dor
A dor que deveras sente."
vou colocar um texto dele em meu orkut (alias, vi q este tb serviu de inspiraçao pra ti - me assutei qndo realmente prestei atençao na musica da Legiao), mas ainda nao consegui descobri se o texto q tenho é realmente dele...
entretanto esta frase eh; a ultima de FP:
"I know not what tomorrow will bring... ".
te amo, bjos
Brow.
Brow!
ResponderExcluirEu te amo tanto!
Sua visita foi muito especial, assim como sua presença, mesmo a distância (rs), é sempre especial.
Espero ansiosa por você e suas novas estórias - que quero ouvir, logo, logo, a base de carangueijos e skol... kkk.
Bjo imenso,
Sis.
PS - I don´t know either... isn´t it fun??? kkkk...
ResponderExcluirJusy hope we´ll be together always!
Love U so!
Tu tens um medo (trecho)
ResponderExcluirCecília Meireles
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
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Ela continua... Mas eu paro aqui.
Beijo pra você!
Pode até mesmo ter parado pela metade do caminho, mas foi completo pra mim... rs.
ResponderExcluirBeijo!